sábado, 6 de setembro de 2014

Sacrificar no Altar

Estava na igreja outro dia e uma senhora virou para mim com uma cara meio terrorista e disse:
“Mês que vem vai começar outra Fogueira Santa…”
Percebi pelo semblante e pelo tom de voz que ela estava me alertando sobre um perigo iminente. Foi algo como: “Lá vem a bomba, cuidado!” Mas, sabem o que é pior? Ela não é a única.
Por mais que muita gente não expresse isso em palavras, elas também sentem esse “medo” da Fogueira, pois se veem na obrigação de participar, seja por não quererem ser mal vistas pelos demais ou por temerem ser “amaldiçoadas” por Deus.
Sim, amigos, provavelmente a Fogueira vem aí, mas isso deve ser motivo de alegria, pois é mais uma chance de obtermos no altar aquilo que desejamos. Particularmente, tudo o que tenho veio do altar, ou seja, nasceu de um sacrifício. Nossa casa, nosso local de trabalho, nossos carros, nossa empresa e até mesmo meu livro, que já é um best-seller mesmo tendo sido lançado há apenas alguns meses.
É fácil sacrificar? Quem disser que é fácil é porque não fez sacrifício, fez “sacrifácil”. É difícil, é duro, ninguém gosta de fazer porque temos de abrir mão de coisas que gostamos ou que até necessitamos, mas sempre é por um bem maior.
Nunca fiz um sacrifício sem ter recebido muitas vezes mais em troca. E não são só coisas materiais, mas tudo o que necessito para manter a minha fé. Então, se alguém vier lhe aterrorizar com a Fogueira Santa, responda que não vê a hora dessa grande oportunidade chegar.
E se você mesmo tem visto essa campanha como um fardo pesado, mude sua mentalidade a respeito. Ore e se empenhe com Deus em entender o verdadeiro significado da Fogueira.
Você tem alguma conquista obtida no altar? Que tal nos contar um pouco das suas experiências? Vamos mostrar para nossos leitores o quanto o altar é um lugar de bênção e não de maldição.
Nos vemos!
Patricia Lages

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