quinta-feira, 31 de julho de 2014
quarta-feira, 30 de julho de 2014
A Troca
Em qualquer lugar do mundo a aquisição de objetos de valor, de consumo, propriedades ou serviços está sujeita à troca pelo papel moeda ou dinheiro.
Todo o mundo funciona assim e ninguém reclama dessa regra.
As pessoas podem até reclamar por não terem dinheiro, mas não por terem de usá-lo na troca de bens de consumo.
As pessoas podem até reclamar por não terem dinheiro, mas não por terem de usá-lo na troca de bens de consumo.
No Reino de Deus, o Reino invisível do Todo-Poderoso aqui na Terra, não é diferente.
Toda e qualquer Promessa dEle está sujeita a um preço ou valor.
Parece difícil de aceitar esse fato, mas se observarmos bem os Textos Sagrados, não há uma promessa ausente dessa regra.
Senão, vejamos:
Toda e qualquer Promessa dEle está sujeita a um preço ou valor.
Parece difícil de aceitar esse fato, mas se observarmos bem os Textos Sagrados, não há uma promessa ausente dessa regra.
Senão, vejamos:
Aos filhos de Israel, disse o SENHOR:
Se atentamente ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os Seus mandamentos que hoje te ordeno, o SENHOR, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da Terra. Deuteronômio 28.1
Aos Seus discípulos, disse o Senhor Jesus:
Se alguém Me ama, obedecerá à Minha Palavra; e Meu Pai o amará, e viremos para ele e faremos nele morada. João 14.23
Por favor, observe bem as condições impostas pelo SENHOR para cumprir as Suas Promessas.
Se atentamente ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da Terra.
Se atentamente ouvires a voz do SENHOR, teu Deus, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da Terra.
Se alguém Me ama, obedecerá à Minha Palavra, e então Eu e o Pai faremos nele morada.
Quer dizer: todas as promessas Divinas têm um custo. O preço é a fé.
Não julgueis e não sereis julgados;
Não condeneis e não sereis condenados;
Perdoai e sereis perdoados;
Dai, e dar-se-vos-á…
Não condeneis e não sereis condenados;
Perdoai e sereis perdoados;
Dai, e dar-se-vos-á…
Em que medida?
… boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. Lucas 6.37,38
… boa medida, recalcada, sacudida, transbordante, generosamente vos darão; porque com a medida com que tiverdes medido vos medirão também. Lucas 6.37,38
Ninguém precisa ser muito esperto para entender que estas e todas as demais bênçãos Divinas têm um preço cuja moeda é a fé.
Fé que exige a obediência ou a prática da Palavra de Deus.
Fé que exige a obediência ou a prática da Palavra de Deus.
Quando o SENHOR nos convida a comprar sem dinheiro,
Ah! Todos vós, os que tendes sede, vinde às águas; e vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; sim, vinde e comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite. Isaías 55.1
O preço que Ele cobra é a fé na Sua Palavra.
E a fé na Sua Palavra significa confiança na Sua Santíssima Pessoa.
Portanto, a fé é a moeda de troca para aquisição de toda e qualquer resposta de Deus.
Inclusive a Salvação da alma, porque Ele diz: o Meu justo viverá pela fé… Hebreus 10.38
E a fé na Sua Palavra significa confiança na Sua Santíssima Pessoa.
Portanto, a fé é a moeda de troca para aquisição de toda e qualquer resposta de Deus.
Inclusive a Salvação da alma, porque Ele diz: o Meu justo viverá pela fé… Hebreus 10.38
Bispo Edir Macedo
terça-feira, 29 de julho de 2014
No Templo de Salomão, bispo Macedo relembra o começo da sua fé cristã
Bispo fala da rejeição que sofreu ao evangelizar um jovem na escola
Durante o primeiro dia de orações no Templo de Salomão, o bispo Macedo lembrou-se de um episódio vivido quando ainda era um jovem estudante de pré-vestibular, fato que o marcou imensamente.
“Lembro-me de uma pessoa que eu estava evangelizando na escola, eu jejuei, orei e só pensava em ganhar aquela ovelhinha para o Senhor, mas, de repente, ela se voltou contra mim e me deu um fora, me rejeitou. Lembro que saí da escola arrasado, chorando, gemendo. Eu saí daquele lugar tão triste e decepcionado, pois a minha oração – achava - não foi ouvida”, disse.
Veja o vídeo:
segunda-feira, 28 de julho de 2014
É no ALTAR DO SACRIFÍCIO
É no ALTAR DO SACRIFÍCIO que o pequeno se torna grande, o fraco se torna forte, o triste torna-se alegre, o endemoninhado, perturbado, o amaldiçoado torna-se livre, o pecador torna-se perdoado, o vazio torna-se cheio do Seu Espírito e o condenado torna-se Salvo.
Deus quer que você esteja no ALTAR DO SACRIFÍCIO para o seu próprio bem e, por isso, o mal luta e esforça-se para evitar, de todas as formas, para que você chegue até ele, porque o ALTAR DO SACRIFÍCIO REPRESENTA O PRÓPRIO DEUS.
Não existe uma pessoa na história da humanidade que tenha chegado ao ALTAR DO SACRIFÍCIO e tenha permanecido igual. Desde Noé, a Abraão, a Isaque, a Jacó, a José, a Moisés, a Josué, a Gideão, a Débora, a Jefté, a Ester, a Ana e a Rute… todas as mulheres e homens que foram para o ALTAR DO SACRIFÍCIO deixaram-nos um exemplo de superação, devoção, realização e SALVAÇÃO. REFLETIRAM A GLÓRIA, PODER E GRANDEZA DE DEUS!
E você? A que altar tem dado mais importância? Aos deste mundo, desprezando o de Deus? Saiba, então, que o único que refletirá a IMAGEM, PODER, GLÓRIA E GRANDEZA DE DEUS É UNICAMENTE O DO SACRIFÍCIO!
Bispo Júlio Freitas
domingo, 27 de julho de 2014
sábado, 26 de julho de 2014
sexta-feira, 25 de julho de 2014
É seu trabalho dar ordens a si mesmo
Por que a maioria das pessoas trabalha para outras?
Pouquíssimas pessoas escolhem dizer a si mesmas o que fazer. A maioria, a maior parte do tempo, precisa que outros lhe digam o que fazer. Desde que nascemos, outros nos ditam o que vestir, o que comer, qual religião ter, de quem gostar e não gostar, que carreira seguir etc. Nos acostumamos a isso, a receber ordens.
Você quer saber por que isso acontece? A razão está em como a mente funciona.
Sua mente é uma fonte inesgotável de energia. Quanta energia, exatamente? Apenas como comparação, considere uma descoberta de Einstein. Ele descobriu que ao dividir um átomo, você poderia gerar energia suficiente para abastecer uma cidade inteira. Apenas um átomo! E a mente humana não descobriu apenas isso mas também como controlar essa energia. Imagine quão superior é essa mente.
Sua mente tem poder ilimitado. Mas não foi feita para funcionar em piloto automático. Ela só faz o que lhe é mandado. Em outras palavras, sua mente precisa de um chefe. Energia é inútil a menos que seja aproveitada.
Sua mente está cheia de energia. Se você não aproveitar esse poder, ela lhe será inútil — ou pior: alguém irá usá-la para se servir de você. Se você não é o chefe de sua mente, alguém será.
Este fenômeno explica por que a maioria das pessoas no mundo trabalha para os outros, ou seja, escolhe ser empregado assalariado. Em vez de trabalhar para si e ganhar seu próprio dinheiro, elas trabalham para os outros por um preço fixo. Por quê? Porque é mais fácil para suas mentes.
Quando você trabalha para outra pessoa, você não precisa dizer a si mesmo o que fazer. Os proprietários da empresa, gerentes e supervisores fazem isso para você. Assim que você é admitido na empresa, recebe uma descrição do trabalho. Tudo que você tem a fazer é seguir aquelas ordens e recolher o seu salário no final do mês. Simples assim.
Mas trabalhar para si mesmo significa que você não tem patrão. Você é seu próprio patrão. Você tem que dizer a si mesmo o que fazer. E não só isso: você também tem que dizer a seus funcionários o que fazer, pois precisam de direção todos os dias. Fácil? Não. Não é de surpreender que muitos sonham em ter seu próprio negócio mas desistem rapidamente quando percebem que dar ordens a si mesmo e a outros é um trabalho mais árduo que recebê-las.
Se você quer melhorar a qualidade de sua vida, comece dizendo a si mesmo o que fazer. Se você dá a sua mente uma tarefa, com toda seriedade de um patrão, ela vai encontrar um jeito de realizá-la. Ela é capaz, mas precisa de um capataz.
Mas se você disser à sua mente “Isso é impossível”, ela simplesmente irá obedecer e desistir de procurar uma solução.
De quem sua mente tem recebido ordens?
Bispo Renato Cardoso
quinta-feira, 24 de julho de 2014
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Dando um desconto
Todo mundo tem direito a um dia ruim de vez em quando. Aquele dia em que você acorda atrasado e já dá com a canela na quina da cama. Vai se trocar e aquela roupa que você precisa não está passada. Vai tomar café e descobre que acabou o açúcar. Vai pegar o transporte público e a fila está três vezes mais longa que o normal (ou liga o carro na garagem e descobre que a gasolina está na reserva).
Chega atrasado no trabalho e é cumprimentado com olhares tortos daqueles que chegaram mais cedo. Vai no banheiro na hora do break e descobre (quando já está em posição comprometedora, claro) que acabou o papel higiênico. Volta ao trabalho e recebe aquela visitinha inesperada do colega da outra seção que não para de falar de tudo menos do que lhe importa. E lá se vai mais uma hora importante do seu dia.
O patrão passa exatamente naquela hora, lhe vê batendo papo e acha que você, além de chegar atrasado, está tão ocioso que acha tempo para jogar conversa fora com o coleguinha da outra seção. Daí ele lhe chama e lhe dá uma nova responsabilidade que simplesmente vai arruinar toda sua rotina de trabalho.
O dia se desenrola sem muito mais sorte e você, estressado, finalmente bate o cartão e enfrenta o trânsito de volta para casa. Você já vai pensando em chegar, tomar seu banho, e simplesmente relaxar fazendo absolutamente nada. Afinal, foi um dia de zero produtividade e você pensa em acertar pelo menos numa coisa hoje: recompor as energias para um amanhã melhor.
Aí você abre a porta de casa e é recebido com:
- “Por que demorou?”
- “Por que não comprou o leite que eu pedi para você comprar?”
- “Por que não atendeu quando eu liguei?”
- “Quando é que você vai limpar essa casa que está uma bagunça?”
- “Você sabe que acabou o açúcar?”
- “Você viu a sua conta de telefone?”
- “Você não me dá atenção.”
- “A gente precisa conversar.”
É claro que isso não acontece somente com você. Seu marido, esposa, filho, pai, mãe, patrão — todos têm seus dias ruins. Quando você perceber que aquela pessoa está tendo um desses dias, que tal fazer o que você gostaria que lhe fizessem?
Dê um desconto. Deixe a outra pessoa desabafar. Se não puder ajudá-la, não atrapalhe. Não piore aquele dia para ela. Lembre-se que ela não é assim sempre. Amanhã ela estará melhor. E muito grata por sua compreensão.
É como nos negócios. É dando um bom desconto que ganhamos um cliente. E é dando um bom desconto que salvamos nossos relacionamentos.
Bispo Renato Cardoso
terça-feira, 22 de julho de 2014
A Copa é nossa!
Não perdemos nosso precioso tempo torcendo por uma vitória que não veio. E não estamos agora caçando culpados ou buscando prêmio de consolação para tentar amenizar alguma dor. Não sofremos a angústia, não atravessamos nenhum pesadelo, não tivemos sonhos despedaçados. Não gastamos nosso dinheiro com ingressos, bandeiras e objetos verde e amarelos que agora estão encalhados nas lojas e esquecidos nas gavetas. Não acordamos de ressaca no dia seguinte.
Não brigamos com ninguém, não discutimos com ninguém, não ficamos com raiva de ninguém, não perdemos amigos, não perdemos nosso precioso tempo torcendo para nada. Não jogamos nossas semanas no lixo. Na verdade, só há um grupo de perdedores. Os jogadores da seleção não perderam, pois continuam com seus altos salários. Os meios de comunicação não perderam, pois receberam pela publicidade que venderam. Os anunciantes não perderam, pois recuperaram seus gastos. O governo também não perdeu, assim como a Fifa e a CBF, ganhou dinheiro e elogios. Só quem perdeu foi quem torceu, gastando seu grito, sua emoção e seu tempo com algo que não lhe deu retorno algum.
No entanto, ninguém ganhou mais do que nós. Aproveitamos semanas maravilhosas de paz, de crescimento espiritual e pessoal, de proximidade maior com Deus, de tranquilidade, fé renovada e expectativa de coisas extraordinárias. Chegamos ao final desses 40 dias colhendo os frutos daquilo que plantamos durante essas semanas: Paz, alegria e um entusiasmo crescente. Enquanto o país fervilhava de emoções contraditórias, nós nadávamos nas águas calmas do equilíbrio.
Terminamos os 40 dias do Jejum de Jesus com profunda alegria e gratidão. Não há em nós tristeza ou frustração. Pelo contrário! Tudo aquilo que planejamos para esses dias aconteceu, e ainda ganhamos a certeza de que, de agora em diante, alcançaremos coisas muito maiores do que jamais pudemos imaginar.
Ganhamos muito. Ganhamos paz. Ganhamos força. Ganhamos disposição. Ganhamos energia. Ganhamos a certeza da realização dos nossos projetos. Escolhemos a boa parte. Concluímos esses quarenta dias realizando nossos sonhos, coroando a nossa alegria com os dias extraordinários que estamos vivendo agora, com a inauguração do Templo de Salomão. Não gastamos nosso tempo e nosso dinheiro em coisas que acabaram tão rápido quanto começaram; em alegrias que desaparecem como espuma. Investimos nosso tempo e nossos recursos em alegrias que duram para sempre. Trabalhando por uma vitória que ninguém nunca poderá tirar: a salvação da nossa alma. Quem investe nisso, nunca perde. Só ganha. Eternamente.
Vanessa Lampert
sábado, 19 de julho de 2014
40 º Dia da Quarentena do Jejum de Jesus
Há uns 25 anos fui a uma vigília no ginásio da Portuguesa, aqui em São Paulo, na qual o bispo Macedo falava sobre os deveres de cada pessoa para com a Obra de Deus. Naquela época eu pensei: “Bom, o assunto não é comigo porque eu não faço e não vou fazer a Obra. Não sou obreira, nem esposa de pastor e não tenho nenhum chamado. Poderia ter ficado em casa dormindo…” Que menina bobinha eu fui!
O bispo disse que, dentre os cristãos, só há dois tipos de pessoas e que nós deveríamos definir ali mesmo, naquela vigília, qual tipo de cristão seríamos dali em diante. Era a chamada para uma grande decisão:
“Ou você tem o chamado para o Altar e vai decidir agora que irá servir no Altar, ou você não tem o chamado para o Altar e vai se tornar um patrocinador do Altar. É isso. Escolha qual o seu papel no Reino de Deus!”
Uau! Entendi! Não é porque eu não tenho o chamado para o Altar que estou desobrigada de cumprir com o meu papel para com o Altar. Todo cristão que não serve no Altar deve saber que tem a obrigação de prosperar, pois tem um papel de patrocinador a cumprir.
Talvez você tenha o desejo de prosperar para provar para a sua família que você não é o joão-ninguém que eles vivem dizendo que você é. Talvez seja para massagear o seu próprio ego. Ou ainda para que os seus inimigos “quebrem a cara” vendo o quanto você subiu na vida. Enfim, as intenções podem variar muito, mas, no fundo, elas deveriam se resumir a uma só: desempenhar o papel para o qual você foi chamado. Quem sabe não é por isso que você “faz de tudo”, mas sua vida não muda?
Eu não saí daquela vigília sendo uma patrocinadora do Altar, pois eu nem trabalhava ainda, mas eu saí sabendo qual deveria ser o meu papel dentro da Obra (Obra, aliás, da qual eu julgava nem fazer parte por não ter – e nem almejar – um cargo ou um uniforme).
Eu não saí daquela vigília sendo uma patrocinadora do Altar, pois eu nem trabalhava ainda, mas eu saí sabendo qual deveria ser o meu papel dentro da Obra (Obra, aliás, da qual eu julgava nem fazer parte por não ter – e nem almejar – um cargo ou um uniforme).
Mostrar para as pessoas que somos prósperas é bom. Que aqueles que duvidaram da sua capacidade vejam que você tem condições também é bom. Que seus inimigos se calem diante do seu bom testemunho é ótimo. Mas, melhor do que tudo isso é que você esteja – como muitos de nós falamos que desejamos estar – no centro da vontade de Deus. E a vontade de Deus é alcançar mais pessoas, trazer para o Reino dEle o máximo de almas e isso não se faz sem homens de Deus dispostos a pregar em todo o mundo, mas também não se faz sem dinheiro.
São duas coisas que não podem estar separadas dentro da Obra, pois sem elas é impossível cumprir o mandamento de Jesus “Ide e pregai”. Particularmente não vivo para servir no Altar, este não é o meu chamado, mas nem por isso o “Ide e pregai” não é para mim. Eu não vou, mas tenho a obrigação de patrocinar quem vai. Precisamos das duas coisas nas mesmas proporções.
Mas, não pense que a Obra de Deus vai parar se você não patrociná-la. O que vai acontecer é que, se você não fizer a sua parte – com a intenção certa –, Deus vai trazer outro que fará no seu lugar. A Obra não perde, mas você sim, pois estará impossibilitando a Deus de agir na sua vida. É aquele com quem Deus pode contar que irá receber o que era para ser seu.
A vida é feita de escolhas e você deve definir o seu papel de cristão: você vai servir no Altar ou vai patrocinar o Altar?
Patricia Lages
sexta-feira, 18 de julho de 2014
quinta-feira, 17 de julho de 2014
38 º Dia da Quarentena do Jejum de Jesus
“Encontrei o Deus da Universal”
Bom dia, bispo!
Gostaria de contar um pouco da minha história e de como a vida de renúncia e sacrifício do senhor, dos pastores e dos bispos mudou e tem mudado a minha vida.
Eu sempre fui uma criança doente, e tanto eu como a minha irmã vivíamos sempre internadas em hospitais. Me lembro de que passávamos semanas internadas com doenças que os médicos não descobriam as causas. Os meus pais sempre brigavam a ponto de o meu pai pegar faca e outras coisas para tirar sangue da minha mãe.
Lembro que por muitas vezes minha mãe pegava os quatro filhos e saía de madrugada sozinha conosco, fugindo do meu pai, pois ele não era só violento com ela, mas com os filhos também. E para nos defender, ela fugia dele sem ter rumo certo e sem ninguém para ajudá-la.
Tínhamos momentos felizes, mas na maioria das vezes era terrível! Meu pai manifestava com encostos e, muitas vezes, eles nos faziam sentar com eles e comer aquelas comidas oferecidas.
Meus pais, na virada do ano, apresentavam oferendas aos encostos (à chamada “rainha do mar”). Mas eles o faziam sem ter o entendimento que temos hoje de que tais entidades são demônios.
Com certeza estava aí o motivo de tantas doenças e de tantas brigas e divisão dentro do nosso lar. Mas um dia o meu pai ouviu na rádio sobre um lugar que prometia dar um fim àqueles problemas que passávamos. Ele não quis ir ao lugar, mas disse para a minha mãe ir, e ela, graças a Deus, foi.
Ali ela chegou com a minha irmã que estava doente. Havia uma multidão enorme, mesmo assim a minha irmã se soltou da mão dela e foi em frente ao Altar, sem saber como. A minha irmã já estava bem, pois, além das doenças, ela também tinha medo de multidão e de lugares fechados (claustrofobia).
Desde esse dia a minha mãe nunca mais saiu deste Altar! E isso já faz mais de 25 anos.
Minha irmã cresceu e não se firmou, se envolveu com o mundo e depois de sofrer muito e quase morrer, ela voltou, teve um encontro com Deus e hoje é uma obreira de Deus – tanto ela como a minha querida e amada mãe servem ao Senhor Jesus!
Eu também não me firmei, sofria na adolescência com depressão e nervosismo, gostava de filmes sangrentos e vivia trancada num quarto escuro sem querer saber de ninguém. Além disso, o meu pai tentou me violentar. Ele passava a mão em mim enquanto eu dormia.
Minha irmã cresceu e não se firmou, se envolveu com o mundo e depois de sofrer muito e quase morrer, ela voltou, teve um encontro com Deus e hoje é uma obreira de Deus – tanto ela como a minha querida e amada mãe servem ao Senhor Jesus!
Eu também não me firmei, sofria na adolescência com depressão e nervosismo, gostava de filmes sangrentos e vivia trancada num quarto escuro sem querer saber de ninguém. Além disso, o meu pai tentou me violentar. Ele passava a mão em mim enquanto eu dormia.
Certo dia, quando minha mãe foi para a igreja, ele tentou me violentar, mas eu corri e, graças a Deus, não conseguiu fazer o pior. A partir daquele dia passei a ter medo de ficar sozinha com ele.
Eu também sofria muito na vida sentimental: gostava de quem não gostava de mim, e de quem gostava de mim eu não gostava; por muitas vezes, eu até maltratava. Tinha muitos amigos, era bem popular em tudo, mas sempre com um vazio tremendo dentro de mim, que eu não sabia por quê.
Um dia voltei para a Igreja. Estava no grupo de jovens na época. Evangelizava, cuidava da igreja, mas ainda tinha laços com o mundo, com um namorado que só me fazia sofrer, mas que eu não conseguia ficar longe. Então saí da Igreja novamente, pois havia ido morar com esse namorado e, por mais que a minha mãe me aconselhasse a não ir embora, eu fui.
Fui e foi a maior burrice que eu fiz. Abandonei a Deus e com isso tive um casamento frustrado, com brigas, miséria, ciúmes... Tinha vontade de matar meu marido e quase matei meu filho, ao agarrá-lo pelo pescoço. O meu bebê tinha apenas um ano e meio de idade e eu quase o matei.
Na época em que tentei matar meu filho, eu tinha voltado novamente para a Universal, pois já estava cansada de tanto sofrimento. Lá encontrei obreiras e pastores que me ajudaram muito, mas como estava em processo de libertação, vivia num conflito dentro de mim, e foi em um desses conflitos que tentei matar o meu filho. Num momento de raiva, o agarrei pelo pescoço com tanta força que ele já estava molinho. Foi quando eu senti algo tirando as minhas mãos do pescoçinho dele.
Eu não consigo explicar com palavras, mas foi como se alguém estivesse puxando as minhas mãos e livrando tanto ele quanto a mim de tamanha desgraça. Comecei a chorar e me prostrei no banheiro pedindo ajuda a Deus. Eu não queria aquilo para mim e para a minha família.
Foi uma luta tremenda para me libertar, mas, com sinceridade e determinação, eu venci e tenho vencido.
Hoje tive um encontro com o meu Deus, o Deus do senhor, bispo, o Deus da minha amada Universal.
Sou batizada com o Espírito Santo, e o dia que eu O conheci foi o dia mais lindo e inesquecível da minha vida! Foi muito mais especial do que o dia que ganhei o meu tão desejado filho. Foi uma mistura de arrependimento, alegria, gozo, força e um enorme desejo de não deixá-Lo, mas de fazer as pessoas conhecerem esse Deus que eu tinha deixado, porque só O conhecia de ouvir falar, mas que agora conhecia e conheço de fato e de verdade!
Hoje tive um encontro com o meu Deus, o Deus do senhor, bispo, o Deus da minha amada Universal.
Sou batizada com o Espírito Santo, e o dia que eu O conheci foi o dia mais lindo e inesquecível da minha vida! Foi muito mais especial do que o dia que ganhei o meu tão desejado filho. Foi uma mistura de arrependimento, alegria, gozo, força e um enorme desejo de não deixá-Lo, mas de fazer as pessoas conhecerem esse Deus que eu tinha deixado, porque só O conhecia de ouvir falar, mas que agora conhecia e conheço de fato e de verdade!
Hoje não troco meu Senhor Jesus por nada nem ninguém, rsrsrs.... Ele é tudo para mim.
Mesmo tendo o Espírito Santo, tenho muitas lutas, mas venço todas elas, e as que não venci ainda, sei que vou vencer, pois Ele é comigo! Aleluia!!!!! Pois está escrito que todos os nascidos de Deus vencem o mundo, não é mesmo, bispo? Rs!
E eu nasci e sei de Quem eu nasci e em Quem eu tenho crido!
Mesmo tendo o Espírito Santo, tenho muitas lutas, mas venço todas elas, e as que não venci ainda, sei que vou vencer, pois Ele é comigo! Aleluia!!!!! Pois está escrito que todos os nascidos de Deus vencem o mundo, não é mesmo, bispo? Rs!
E eu nasci e sei de Quem eu nasci e em Quem eu tenho crido!
Me desculpe pela imensa carta, rs... Mas há muito tempo estava o Espírito Santo a me cobrar para fazer isso, e eu não tinha palavras para descrever o que Ele fez e tem feito na minha vida! E ao começar a pedir direção a Ele, ao escrever, voltei ao passado, senti dor e chorei em muitas lembranças que descrevia aqui. Mas me alegrei e chorei também, só que de alegria ao relembrar de onde o meu Deus me tirou e de onde Ele tem me colocado e, principalmente, do que Ele me deu de mais valioso: o "Espírito Santo", meu Amor maior.
Obrigada, meu Jesus, por tamanho amor e misericórdia! E obrigada, bispo Macedo, meu querido e amado pai na fé, que, pelo seu sacrifício, lágrimas e humilhação, tem se deixado ser usado por Deus para mudar vidas como a minha e a de muitos.
Eu sou a Universal e não me envergonho disso!
Parabéns, Universal, pelos 37 anos de vidas transformadas!
E que venha o Templo de Salomão!!!!
Na expectativa!
Parabéns, Universal, pelos 37 anos de vidas transformadas!
E que venha o Templo de Salomão!!!!
Na expectativa!
Érika Teixeira, obreira de Soberana - SP
quarta-feira, 16 de julho de 2014
37 º Dia da Quarentena do Jejum de Jesus
A Palavra de Deus é Espírito e Vida. Porém, a letra, isolada, mata. Um versículo fora do contexto pode fazer você errar a ponto de tomar o caminho oposto ao que deveria e colocar em risco até sua própria salvação. Por isso, é importante entender o que a Palavra de Deus diz e – principalmente – buscar o Espírito de Deus, para que a Palavra seja viva.
Por exemplo, quando o Senhor Jesus diz Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir? Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele, dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar Lucas 14.28-30, muitos entendem que Ele está ensinando a pessoa a olhar a situação e calcular, humanamente, se pode ou não terminar aquilo que está querendo começar. E ainda usam isso para criticar o sacrifício e a visão da fé. Mas, se lermos todo o trecho, colocando esses versículos dentro do contexto, uma nova e extraordinária realidade se abre para aqueles que querem segui-Lo.
Grandes multidões O acompanhavam, e Ele, voltando-se, lhes disse: Se alguém vem a Mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser Meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após Mim não pode ser Meu discípulo. Pois qual de vós, pretendendo construir uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e verificar se tem os meios para a concluir? Para não suceder que, tendo lançado os alicerces e não a podendo acabar, todos os que a virem zombem dele, dizendo: Este homem começou a construir e não pôde acabar. (...) Assim, pois, todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem não pode ser meu discípulo. Lucas 14.25-30;33
O Senhor Jesus estava fazendo uma comparação, para mostrar as condições de segui-Lo. A torre é a vida de quem quer ser Seu discípulo. Antes de começar a construção de qualquer coisa que você queira com Deus, é necessário “sentar e calcular”, isto é, renunciar a tudo quanto tem. Sacrificar. Esse é o planejamento. Essa é a preparação. Isso é inteligência.
Se você quer construir sua vida com Deus, primeiro se assenta para verificar se já renunciou a tudo quanto tem, inclusive sua vida e sua tendência a depender dos outros e dos recursos deste mundo. Caso contrário, não vai conseguir concluir, não vai conseguir desenvolver sua vida e manter sua salvação até o fim. No Reino de Deus, o sacrifício é o meio para concluir aquilo que se pretende construir.
Graças a Deus, o bispo Macedo não interpretava errado esse versículo. Se ele fosse sentar e calcular da forma como o mundo entende, o Templo jamais teria saído do papel. A construção começou humanamente sem recursos para a conclusão, e fomos suprindo com o passar do tempo. Mas desde o início havia os meios para concluir – por causa da renúncia de tudo. A obra foi fundamentada no sacrifício, cresceu no sacrifício e foi concluída com o sacrifício.
Não se preocupe com suas condições humanas. Não pense que você não vai ser ninguém por não ter estudo, por não ter diplomas, por não ter dinheiro, por sua idade, pela cor de sua pele, por sua capacidade física. No Reino de Deus, a condição é o sacrifício. Depois que você planejou, isto é, depois que você sacrificou, então, toma atitude em cima do que você crê. O Senhor Jesus não poderia ter deixado isso mais claro.
O evangelho das portas largas leva direto ao inferno. O Caminho que nos foi proposto seguir é estreito, de sacrifício após sacrifício. É um caminho de textos duros, inteiros, que nem sempre agradam nossa alma, mas trazem vida ao nosso espírito. Jesus não disse: “todo aquele que dentre vós não renuncia a algumas coisas que tem”. Ele disse: “todo aquele que dentre vós não renuncia a tudo quanto tem”. E os religiosos que acharem isso ruim, reclamem com quem escreveu a Bíblia. A realidade da verdadeira fé cristã está bem clara. Quem se diz discípulo de Cristo, mas foge do sacrifício, está enganando a si mesmo.
Vanessa Lampert
Não posso viver sem...
Existem coisas sem as quais não podemos viver, porém, existem outras às quais damos destaque e priorizamos como se fossem as mais importantes do mundo quando, de facto, são apenas um “empecilho” para a nossa própria vida
Se você conhece alguém ou é o próprio que diz: Eu não posso viver sem…
A mentira;
A moda;
A prostituição;
As festas;
O orgulho;
A(O) amante;
A ansiedade;
As músicas;
As fofocas;
Os vícios;
A idolatria;
As fantasias;
As religiões;
Os amigos;
As tradições;
A mentira;
A moda;
A prostituição;
As festas;
O orgulho;
A(O) amante;
A ansiedade;
As músicas;
As fofocas;
Os vícios;
A idolatria;
As fantasias;
As religiões;
Os amigos;
As tradições;
Então, saiba que você não poderá viver no Céu! Preste atenção aos seguintes motivos, apresentados na própria Palavra de Deus:
“Respondeu Jesus: Em Verdade, em Verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no Reino de Deus. O que é nascido da carne é carne; e o que é Nascido do Espírito é espírito. Não te admires de Eu te dizer: importa-vos nascer de novo.” (João 3.5)
“Meus filhinhos, não deixem que ninguém os engane. Aquele que faz o que é correto é correto, assim como Cristo é Correto. Quem continua pecando pertence ao diabo porque o diabo peca desde a criação do mundo. E o Filho de Deus veio para isto: para destruir o que o diabo tem feito.” (1João 3.7-8 NTLH)
“Quem é Filho de Deus não continua pecando, porque a vida que Deus dá permanece nessa pessoa. E ela não pode continuar pecando, porque Deus é o seu Pai.” (1 João 3.9)
“Fora ficam os cães, os feiticeiros, os impuros, os assassinos, os idólatras e todo aquele que ama e pratica a mentira. Eu, Jesus, enviei o Meu Anjo para vos testificar estas coisas às Igrejas.
Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã. O Espírito e a Noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a Água da Vida.” (Apocalipse 22.15-17)
Eu sou a Raiz e a Geração de Davi, a brilhante Estrela da manhã. O Espírito e a Noiva dizem: Vem! Aquele que ouve, diga: Vem! Aquele que tem sede venha, e quem quiser receba de graça a Água da Vida.” (Apocalipse 22.15-17)
Então? Sem o que é que você não pode viver mesmo?
Espero que a resposta seja: O Deus-Vivo!
Entregue-se a Ele aí, agora, onde você está. Fique de joelhos e confesse os seus pecados, peça perdão em Nome do Senhor Jesus.
Ele te aceita assim como você está, mas você tem que se Batizar nas Águas para sepultar a velha vida e nascer de Novo.
Bispo Júlio Freitas
terça-feira, 15 de julho de 2014
36 º Dia da Quarentena do Jejum de Jesus
O Templo de Salomão foi erguido para registrar o Nome do Altíssimo e, consequentemente, irradiar a Sua Presença. Por isso, para os judeus, tinha um significado profundo: representava, além da Presença, a Proteção do Senhor Deus ao Seu povo.
Porém, para o Próprio Deus, aquele Templo era muito mais que uma casa de oração, era o único Lugar onde o Seu povo poderia oferecer seus sacrifícios. Por essa razão era chamado também de Casa de Sacrifício. 2 Crônicas 7.12
Este era o motivo por que ali era Local exclusivo para sacerdotes.
Os sacerdotes eram pessoas santas, separadas para o serviço sagrado, por isso o Deus Eterno só aceitava sacrifícios oferecidos por meio deles. A santidade dos sacerdotes era tamanha que estava representada até mesmo em suas vestes. Por serem brancas, tipificavam Pureza e Santidade. Além disso, seus pés descalços simbolizavam Respeito e Temor.
Seguindo este modelo bíblico, o Templo recém-construído não pode ser considerado como igreja ou catedral, como eram as sinagogas judaicas. Como Lugar Santíssimo de Sacrifício, de Oração e Adoração, todos os seus visitantes devem estar vestidos de Temor, Reverência e Respeito.
Assim como os sacerdotes do passado, todos nós devemos estar imbuídos nesse mesmo espírito de Temor, Reverência e Respeito.
O Templo de Salomão é a Casa do Sacrifício, mas cada um de nós somos o Seu templo vivo que continuamente oferece sacrifícios a Ele. Sacrifícios santos e agradáveis, em todos os aspectos, principalmente, na maneira de se comportar diante da Sua Presença.
Por isso, quaisquer que sejam as vestes e o comportamento no Templo devem estar ajustados ao comportamento sacerdotal da época do Senhor Jesus. Isso significa que roupas indecorosas, indiscretas ou sensuais serão, no mínimo, um insulto ao Senhor do Templo.
Já o efeito dos pés descalços dos sacerdotes também servia para manter o ambiente sagrado em silêncio. Um mínimo de ruído no Santuário impedia que se ouvisse a Voz de Deus. Da mesma forma hoje. Quem quiser ouvir a Voz de Deus, deverá ficar em silêncio, para que Ele possa falar. Treze vezes o Senhor Jesus advertiu: Quem tem ouvidos para ouvir, ouça…
Deus nos deu o Templo de Salomão para que os que ali entrarem tenham o privilégio de ter experiências pessoais com o Deus Altíssimo.
Portanto, seus visitantes têm de estar conscientes de que ali não será lugar de turismo, passeio ou coisa semelhante. Ao contrário!
No interior do Santuário não serão permitidos câmera fotográfica, telefone celular, gravador, tablet, computador ou qualquer outro objeto que possa interromper a atenção dos fiéis. Por isso, todos, sem exceção, passarão por revista rigorosa com detectores de metais.
Ninguém, absolutamente ninguém, poderá entrar no Santuário do Templo com tais objetos.
Conto com a compreensão de todos.
Deus os abençoe abundantemente.
Bispo Edir Macedo
segunda-feira, 14 de julho de 2014
35 º Dia da Quarentena do Jejum de Jesus
Há 10 anos, numa quarta-feira, quando caía uma tempestade, eu chegava com minha mãe e meus irmãos em um lugar que mudaria a história da minha vida. Mas eu ainda não sabia disso.
Ensopados, entramos naquele local cheio de bancos. Havia um homem se despedindo de algumas pessoas que lá estavam. Lembro-me que ele apontou para nós e disse a alguém:
– Obreira, passe para eles os horários das reuniões que depois irei conversar com esta família.
As pessoas começaram a sair, e uma mulher loira veio ao nosso encontro, ela entregou à minha mãe um papel com os horários das reuniões e pediu para sentarmos nas cadeiras que estavam no palco onde o homem nos aguardava.
Ele se apresentou, perguntou nosso nome e como estávamos. Em resposta àquela pergunta, minha mãe começou a contar a ele toda a nossa vida, nossos problemas. Enfim, falou tudo. Minha mãe nunca falava dos seus problemas particulares para conhecidos, quanto mais para estranhos.
Eu não ouvi uma palavra sequer do que ele disse. Fiquei apenas olhando assustada para seus olhos. Não conseguia enxergar sua pupila, via apenas fogo em forma de cruz.
Começamos a ir àquele lugar todos os dias. Havia dias que eu via pessoas de olhos fechados, algumas chorando. Outros dias, pessoas gritavam e se contorciam. Eu não entendia nada.
Sentava no primeiro banco, e, durante o falatório daquele homem chato, eu me maquiava, trocava os piercings, penteava o cabelo ou conversava com uma amiga. Ele me repreendia e eu retrucava.
Após 30 dias consecutivos frequentando aquele lugar, descobri que ali era uma igreja (UNIVERSAL), e aquilo que eu pensei ser um palco, na verdade, era o Altar, e que o homem chato e falante era o pastor. Alguns dias depois, esse pastor foi embora e veio outro para o seu lugar.
Somente três meses depois é que eu consegui ler a placa da igreja. Não que estivesse escondida, mas antes simplesmente eu não a enxergava quando olhava.
Finalmente eu começava a entender o que era dito. Então começou o meu processo de libertação. Não sei exatamente quanto tempo demorou, mas acho que foi quase um ano.
E como eram horríveis aqueles dias! Dias de dúvida, de corpo dolorido, de raiva de mim mesma, de vergonha, de achar que estava louca. Até que um dia me revoltei, resolvi não mais aceitar aquela situação. Não podia mais depender do pastor ou dos obreiros. Eu não estava em pecado, minha vida tinha sido entregue a Deus e, mesmo assim, o processo de libertação não acabava. Naquele instante, éramos apenas nós dois, eu e o diabo, e apenas um sairia vitorioso. Eu gritei, clamei, lutei, lutei, lutei contra o diabo e contra mim mesma, eu cri!
Expulsei para sempre o diabo que agia na minha vida. Eu estava liberta! Não ia deixar nada nem ninguém tirar aquela certeza de dentro de mim.
O tempo passou, eu estava vazia do meu eu, liberta dos demônios, mas dentro de mim havia um vazio maior do que antes, e eu não entedia o que estava acontecendo. Afinal, era para eu estar ótima, pois estava liberta, mas faltava o Autor da vida dentro de mim.
Eu busquei com todas as minhas forças, e numa noite de quarta-feira tive meu encontro com Deus. Entretanto, ainda faltava Ele habitar dentro de mim. (Eu achava que, ao ser batizada com o Espírito Santo, me tornaria uma espécie de "Mulher Maravilha": todos os meus problemas seriam resolvidos, como mágica; teria luz, e, quando eu passasse, os demônios manifestariam... Enfim, eu era doida, kkk.)
Certa noite, ao iniciar a vigília do Força Jovem, na primeira oração o pastor Wendel falou:
– Peça para Deus um milagre, e esta noite ele irá se cumprir.
O maior milagre que eu desejava era o batismo com o Espírito Santo. Eu estava triste, o vazio aumentava a cada dia. Naquele momento vi a oportunidade da minha vida.
Ao longo da vigília busquei com todas as minhas forças, estava determinada a chegar ao céu. Fui à frente do Altar e o milagre da minha vida aconteceu. Mesmo sem merecer, recebi a maior riqueza da minha vida – a Plenitude de Deus. O Espírito dEle me selou, me transformou (e, obviamente, eu não virei a Mulher Maravilha).
Um ano depois, no dia 10/07/2007, uma terça-feira, após a reunião da noite, eu estava limpando os bancos da igreja quando o pastor me chamou e me fez algumas perguntas. Perguntou se eu queria ser obreira. Respondi que sim. Então ele me disse:
– Ajoelhe-se no Altar que eu vou te consagrar. – Eu não acreditei naquelas palavras. Sorri, dei as costas e voltei a limpar os bancos (sem noção nenhuma... rsrsr).
O pastor abriu os braços e falou:
– Você não quer ser obreira, não??? Vai lá, minha filha!
Foi aí que a minha ficha caiu e percebi que ele falava sério.
Fui até o Altar, me ajoelhei e ele me consagrou. Na igreja estavam duas obreiras amigas minhas, a esposa do pastor, eu e ele.
Minha testemunha fiel foi o próprio Deus. Ele havia me escolhido. Eu não merecia, não tinha e não tenho capacidade alguma, mas mesmo assim ele contou comigo. No dia seguinte, o pastor fez a primeira reunião e à tarde recebeu a notícia de que iria para o México. Na reunião da noite, já havia outro pastor em seu lugar.
Sabe o que é mais legal? Foi o próprio Deus que me escolheu! Normalmente os obreiros são consagrados e apresentados ao povo nas reuniões de quarta e domingo. O pastor não sabia que ia embora (eu perguntei para ele). Ele não precisava ter me abençoado naquele dia, naquela hora. Mas Deus, que sabe de todas as coisas, quis que fosse assim.
Hoje, faz 7 anos que fui privilegiada. Fazer parte desta Obra é uma honra!
A menina que outrora ouvia vozes, via vultos e se preparava para fazer suas obrigações na casa dos encostos, vivia em uma família destruída e estava condenada à morte por uma doença que não tinha cura, hoje agradece a Deus por ter entrado por aquela porta naquele dia de chuva.
Muita coisa aconteceu. Tive experiências boas e ruins, passei pelo deserto, pelo fogo – e passarei por muitos ainda –, me casei, provei o maná, confiei em Deus, me humilhei diante dEle e estou aqui completando mais um ano de vitória por andar ao lado do Único Senhor e Salvador.
Ainda tenho muito que aprender e amadurecer. Continuarei buscando e lutando até que se acabe o fôlego de vida que há em mim. A única certeza que tenho é que o Deus que escolhi servir é o Verdadeiro, o Único que pode mudar a história da vida de uma pessoa.
Uma coisa pedi ao Senhor, e a buscarei: que possa morar na Casa do Senhor todos os dias da minha vida, para contemplar a formosura do Senhor, e inquirir no Seu Templo. Salmos 27.4
Flavia Dias, obreira da Vila Formosa - SP
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