quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Você está entre os brasileiros que não gostam de ler?

Podemos dizer que da mesma forma que o exercício físico representa saúde para o corpo, assim também é a leitura para a mente. Pois o hábito de ler, além de fazer bem ao cérebro, abre portas do nosso entendimento para compreendermos melhor certas situações do dia a dia.
Na pesquisa Retratos da Leitura, de 2012, metade dos brasileiros com mais de 5 anos disse não ter lido nenhum livro nos últimos 3 meses. Tal realidade é fácil de entender, já que no Brasil existem poucas livrarias, bibliotecas públicas estão abandonadas e 20% das pessoas entre 15 e 49 anos são consideradas analfabetas funcionais.
Infelizmente, muitas crianças que deveriam estar sendo apresentadas à leitura, deixam os livros de lado para aprender a dançar funk, rebolar até o chão ou assistir à televisão. Numa busca rápida na internet, vídeos e fotos dessa realidade são encontradas facilmente. O que os pais que aprovam isso não entendem é que tal comportamento reflete diretamente na educação delas, pois, no futuro, dificilmente conseguirão competir no mercado de trabalho com aquelas crianças que tiveram acesso ao conhecimento, por meio da leitura. Pois aqueles que se dedicam à leitura têm uma percepção melhor dos fatos e, portanto, um melhor julgamento de questões simples e também das mais complexas.
O prazer de ler se desenvolve a partir do momento em que nos aplicamos a isso. Por exemplo, quando uma pessoa começa a exercitar o corpo, no princípio, ela poderá ter dificuldades, mas depois o organismo se acostuma de tal maneira que não quer mais parar. Assim acontece com a leitura. Quem começa a ler, passa a ter um prazer muito grande pelo universo de informações absorvidas.
Sem contar que as características de quem tem o hábito de ler são perceptíveis. Seu vocabulário é mais rico, sua escrita mais aprimorada e seus pensamentos bem mais claros, o que faz com que seus discursos e ideias sejam mais abrangentes e construtivas. Até o escritor brasileiro Monteiro Lobato deu destaque para isso: “Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê”.
A leitura de bons livros, de textos inspirados, enriquecem as ideias, e o mundo é feito delas. A prova disso é que as grandes empresas estão à procura de pessoas diferenciadas, criativas e inspiradas.
É importante deixar claro que nem tudo que se lê tem proveito prático para o dia a dia. Certos livros, por exemplo, não agregam valores éticos, intelectuais, morais ou espirituais. Não inspiram, mas confundem. Isso porque ao debruçarmos sobre uma literatura, bebemos do espírito de quem a escreveu e recebemos dos seus pensamentos.
Desta forma, temos que ser seletivos no que tange a boa leitura. Nem tudo é útil ou vale pena ler. Há muitas coisas escritas que não informam, mas geram dúvidas pela distorção que fazem de assuntos, fatos e conceitos.
Por isso, quando lemos a Bíblia Sagrada, mergulhamos nos pensamentos de Deus e bebemos da sua fonte de vida e paz. Encontramos forças em cada palavra que é lida e observada. Essa leitura produz mudança em todos os aspectos. Há muitos livros bons, mas a Bíblia é o mais especial e mais excelente de todos. Cultive o hábito da boa leitura.

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